Mês: Maio 2011

#78 Embalagem

Que tal a embalagem do teu produto? 
O que ela diz dele? Tem letras? Consegue-se ler? É amiga do ambiente? Envergonha alguém caso se esquecesse em cima da mesa ou serve de decoração?
E a embalagem do seu serviço? 
Sendo este intangível, dás ao teu cliente algo para recordar? Uma pasta? Um manual? Um utensílio associado?
Pensa nestas pistas. Surpreende, quanto mais improvável melhor…

#77 Guerra aos silos

Não me refiro a estruturas de armazenamento. Refiro-me a silos de informação. À tendência para não falarmos com outros departamentos ou áreas da organização.
Cria formas de “obrigar” as pessoas a comunicar. Acaba com os gabinetes. Cria projectos com a presença de várias pessoas. Faz circular as pessoas pelas várias áreas. Premeia quando surgem ideias e projectos em parceria com pessoas de várias áreas.

#76 Legado

Qual é o legado da tua organização? 
Como se irão sentir os teus clientes, fornecedores, colaboradores se fechasses as portas?
Que saudades deixaria ao mercado? 
Serias apenas mais um?
Considera o teu legado. Começa a trabalhar nele. Vais ver a diferença.

#75 Bom atendimento

De acordo com um estudo, 68% das vezes um cliente deixa uma empresa por causa do mau atendimento que recebe, 14% por causa da falta de qualidade dos produtos e 9% pelo preço.
Como está o seu atendimento? Tem-lhe prestado a devida atenção? Está a criar ou a destruir clientes?
E não se esqueça que TODAS as organizações fazem atendimento a clientes…

#74 Check-list

Como pontuas nos seguintes aspectos:
 – Facilidade de contactarem contigo?
 – Utilidade da informação que disponibilizas sobre os teus produtos/serviços (para o cliente)?
 – Clareza da linguagem utilizada (na perspectiva de quem procura)?
 – Número de resultados, sobre ti, numa pesquisa online?
 – A tua recepção merece ser fotografada (pelos bons motivos)?
NOTA: O que podes fazer para aumentar a tua pontuação?

#73 Ensina

Ninguém sabe tudo. Alguns apenas sabem mais do que outros sobre determinados assuntos. E há quem esteja disposto a aprender.
Ensina aquilo que sabes. Explica às pessoas como utilizar bem (ou melhor) o teu produto ou serviço. Alarga os horizontes daqueles com que te relacionas.
Não estás a dar todos os teus segredos, estás a criar um grupo de seguidores. E vai fazer toda a diferença!

#72 Confiança

Os teus clientes podem realmente confiar em ti? Ou és dos que dizem que sim a tudo para os conquistar e depois fazes de acordo com o que te apetece, sem respeito pelas suas expectativas.
Talvez seja melhor dizeres que não a uma proposta do que não cumprires. Vais minar a confiança e isso vai saber-se.
Nos tempos que correm, a confiança é um bem escasso. Se cumprires as expectativas (de prazo, qualidade, resultados) vais aumentar o nível de confiança do teu mercado. E só vais ganhar com isso.

#71 Soluciona sempre

…mesmo quando não és tu a resposta.
Quando fores inquirido por um potencial cliente e não puderes satisfazer o que pretende, por não teres o produto, o serviço ou as competências necessárias, indica-lhe onde pode procurar a solução (se souberes). Mesmo que a solução seja um teu concorrente.
Afinal estás a ajudar o cliente a resolver o seu problema e isso pode vir a revelar-se uma mais-valia importante.

#70 Sê curioso

“Quem não é curioso não aprende”. Esta frase simples marcou-me profundamente. Porém ainda que possa parecer estranho acho que encerra muito do que a inovação pressupõe.
Ser curioso acerca de novos caminhos, novas áreas e novas aplicações. Explorar novas possibilidades, independentemente dos resultados imediatos, aumenta as possibilidades de sucesso.
A curiosidade pressupõe esforço. Implica abdicar do conforto do conhecido mas permite-nos acumular conhecimento que se traduz, a prazo, numa vantagem.

#69 Explora o pecado

O conceito de pecado, mesmo para quem não é crente, pode potenciar oportunidades e fontes de inovação interessantes.
Os pecados representam as fraquezas da natureza humana e a tentação de os cometer está sempre presente.
Como podes enquadrar o teu produto/serviço à luz do pecado? Pode ficar mais atractivo à luz da luxúria? Ou apelar a sua compra com base na inveja gerada?
Peca um bocadinho 🙂