Mês: Junho 2011

#90 O comportamento fala

O que dizem as tuas acções? 
O que os teus colaboradores/subordinados inferem do que fazes?
Bate certo com o teu discurso?
O exemplo continua a vir de cima…Na pontualidade, na linguagem, na apresentação, nas reuniões, no cumprimento de obrigações, no entusiasmo.
Analisa(-te) sem friamente

#89 Confiança na acção

Qual o pequeno próximo passo que podes dar para concretizar o(s) teu(s) objectivo(s)?
Pode parecer assustador. Podes pensar que te falta qualquer coisa. E até podes ter razão.
Mas se não deres o passo, nunca lá vais chegar. 
Arrisca. Dá o passo. Vai fazer a diferença…

#88 Oferta diferente

Imagina que consegues um contrato preferencial com uma instituição, onde podes oferecer os teus produtos aos seus funcionários. Estes já são, na sua maioria, clientes de concorrentes teus e tens de os convencer a experimentarem o teu serviço.
Porquê que ofereces exactamente o mesmo tipo de proposta/produtos? Sobretudo se essa proposta pressupõe uma vinculação pesada, que neste momento está na posse de um concorrente.
Não seria preferível oferecer algo sem vinculação à partida, que levasse as pessoas a experimentar o teu serviço (superior) negociar produtos mais arrojados? O esforço requerido para experimentar é tal que eu desisto antes de começar.
Porquê que o banco que acabou de sair faz isto?
E no teu negócio?….

#87 Stocks

Se o teu negócio depender de bens físicos é quase inevitável teres stocks. Os stocks representam dinheiro aplicado em bens e que se mal geridos pode constituir um “sorvedouro” importante, pois podem envolver valores substanciais e deves dedicar-lhes bastante atenção. Algumas questões:

  • Qual o montante que tens de investir inicialmente em stocks? Que outros investimentos complementares são necessários para lidar com os stocks (armazéns, maquinaria,..)?
  • Qual o nível mínimo necessário para a empresa funcionar?
  • Qual risco de obsolescência e o montante dos teus stocks não vendáveis?
  • Qual o volume de produtos em transformação e já transformados?
  • Qual a importância da entrega imediata ao cliente?
  • Como podes melhorar a logística associada?

#86 Aprende a ler os números

As pautas estão para a música assim como os números e contabilidade para os negócios. 
Podes tocar de ouvido e ser bem sucedido. Podes improvisar e agradar aos que passam e ouvem o teu som.
Mas perdes sempre uma nota ou um andamento. E ficas reduzido na tua capacidade de comunicar e entender os “sons”.
Aprende a ler os números. Acompanha os teus registos, exige que estejam actualizados e escolhe um bom contabilista.
Vais “ouvir” melhor as diferenças de “sons”.

#85 A cegueira da redução

Por vezes, cedemos à pressão da crise e procuramos reduzir ao máximo os custos. 
Desde o funcionário, à azeitona no Martini. Pensamos que as pequenas reduções não se notam porque são pequenas. Ou são incrementais e as pessoas habituam-se e não sentem a falta. Ou ainda, porque são dimensões sem valor para o mercado e portanto supérfluas.
Muitas vezes isto é verdade. 
Mas é preciso cuidado para, na cegueira da redução, não perdermos a oportunidade de, a um custo baixo, investirmos no interesse pelo nosso serviço, produto ou marca. Há pequenos gestos que podem ser reduzidos mas perdemos a criação de ligações duradouras.

#84 Escuta activa

Ouve com atenção os que te rodeiam, desde clientes, a fornecedores e a parceiros. O que dizem e como o dizem. Os sinais do corpo e do rosto. 
É difícil!
Implica estar presente. Em corpo e espírito. Escutar cuidadamente, no momento. 
Com a prática vais conseguir informação com muito valor para o teu negócio. E ter mais respeito e admiração dos que te rodeiam.

# 83 “Wall of fame”

Sem arrogância mas com bom gosto, mostra os teus sucessos na área mais exposta aos teus clientes.
Sê humilde, vai aprendendo e melhorando mas o que já fizeste de bom é um óptimo cartão de visita.
Se ainda não tens um portefólio extenso, não te preocupes. Irás construindo aos poucos.

#82 Cuidado com a curva

Para qualquer mercado ou sector podemos encontrar  uma distribuição gaussiana. Uma curva como a da imagem. Alguns – poucos – nos extremos inferior e superior e uma concentração no meio.

Considera as dimensões importantes do teu “campeonato”: preço, imagem, rapidez, simplicidade, escolha…

Onde te queres situar? Junto à média onde está o grosso da concorrência? Ou num extremo da curva onde, de acordo com o critério que analisares, existe uma menor concentração de agentes mas mais exigência?